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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Nossa História



Criado em 2000, o Parque Estadual das Sete Passagens - PESP é exemplo de como uma população que se organiza tem força e pode gerar bons frutos. Diferente dos outros Parques Estaduais baianos, o das Sete Passagens é o único criado através de um modelo de dentro para fora, com a comunidade se organizando e tomando a iniciativa de fundá-lo ao invés de esperar uma ação governamental.
Sua gestão também é diferente. Nele, além da SEMA, Secretaria de Meio Ambiente do estado da Bahia, através da Superintendência de florestas e Unidades de Conservação e da DUC, diretoria de Unidades de Conservação, a Prefeitura, a própria comunidade e a ONG Associação dos Protetores da Serra são parceiros na sua administração . Outra característica própria é a meta dos gestores do parque que não é apenas receber turistas, mas realizar educação ambiental e preservar a riqueza natural de seus 2.821 hectares.
Atualmente passam pelo parque cerca de 350 visitantes por mês, um turismo controlado, sustentável e que pensa tanto na questão da preservação da natureza quanto na comunidade.
O nome Sete Passagens vem de sete passagens construída por vaqueiros, na parte mais alta do PESP, para chegar a um rio para levar o gado para beber água.
No parque existem mais de 50 nascentes que alimentam rios como o Itapicuru Mirim, Jacuipe, das bacias do Itapicuru e Paraguaçu, além de cerca de 14 cachoeiras, algumas com mais de 100 metros de altura. Destaque para a Cachoeira do Coração com 38 metros (4 km da sede), Cachoeira do Portal com seus 85 metros e Cachoeira do Sinvaldo com 162 metros de altura.

2 comentários:

  1. Zelis e demais, salve!

    Parabéns pelos esforços iniciais até a conquista do PESP! Gostaria de fazer uma sugestão: que refletissem a possibilidade de que nesse espaço homenageássemos os primeiros Donos Imemoriais dessas terras: os Payayá!

    Saudações sustentáveis!
    Sou Calmonense
    Blog: ademarioar.blogspot.com.br

    Grato!

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